EVOLUINDO EM GOVERNANÇA CORPORATIVA

CASE 2

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Evoluindo em Governança Corporativa - CASE 2

NEGÓCIO


Escritório de prestação de serviços jurídicos formado por pequeno grupo familiar.  
 

DESAFIO


Não existe clareza de práticas e processos de governança compatíveis com seu porte e maturidade. Dois sócios acumulando funções, enfrentando a necessidade de melhor direcionar o negócio e praticar os seus papeis tanto como agentes de governança - direcionadores da estratégia – quanto como agentes de gestão.


DESENVOLVIMENTO


Considerando o porte, a história, o momento e a maturidade do escritório, o projeto abordou, entre outros aspectos de cunho estratégico e de gestão, as relações entre os dois sócios como membros de uma família (aspectos de governança familiar), como agentes de governança corporativa (sócios como direcionadores da estratégia), como agentes de gestão (sócios como gerentes de suas equipes respectivas) e a proposição de responsabilidades entre eles. 


Devido às características acima descritas foi necessário tratar apenas dos aspectos de governança familiar e corporativa nascente. Evitou-se um formalismo conceitual e programático incompatível com as circunstâncias. 


Após entrevistas e análises recomendou-se:


    Separar a condição de membros familiares da condição de sócios; 
    Alinhamento entre os sócios para obter uniformidade no propósito e na estratégia geral do escritório; 
    Ratificada a responsabilidade dos sócios proverem o direcionamento estratégico ao escritório e de exercerem esse papel orientador com convergência e clareza;
    A necessidade de os sócios alinharem entre si conceitos, práticas e processos de governança e de gestão. 

 

ENTREGÁVEIS


    Orientações explicitas sobre os papeis dos sócios como membros da família, do escritório familiar e como agentes de governança e de gestão.
    Recomendações para o exercício prático dos papeis referidos por parte dos sócios. 


RESULTADOS


Maior clareza sobre o direcionamento estratégico do escritório.


Ratificação da separação entre a condição de membros familiares, de sócios e dos gestores.


Evidência da operacionalidade desses papeis com menor potencial de conflitos e maior produtividade.