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PMI CHAPTER XCHANGE MUMBAI EVENT CYBERSECURITY AND PROJECT MANAGEMENT


Reynaldo Pereira – sócio DMS Partners


O PMI – PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE, é uma comunidade global que permite a todos os seus membros compartilhar conhecimento e as melhores práticas para auxiliar/aprimorar o gerenciamento de projetos.


O PMI Chapter Xchange é a colaboração de 23 representações (PMI Chapter)

ao redor do globo sendo 4 representações de cada continente, uma do Oriente

Médio e duas da América Latina (inclui o PMI Chapter Xchange São Paulo).


Esta iniciativa serve como uma plataforma para todos os indivíduos pertencentes à fraternidade de gerenciamento de projetos compartilharem suas ideias, interagirem entre si e aprenderem com seus pares de diferentes países e culturas.


Um líder de cada uma dessas representações faz parte da equipe principal.


Todo mês um novo tema é proposto, votado e finalizado.


O tópico do mês de Setembro/2022 foi “ CyberSecurity and Project Management”.


Evento realizado em 16/09/22 e que foi resumido simples e objetivamente por

Greg Dubris, PMP CQM – General Manager at Talarith Research and Restoration Services, LLC, empresa que presta serviços de mapeamentos geológicos e atividades vulcânicas no Alaska, entre outras, a serviço inclusive da Forças Armadas Americanas.


Seguem suas notas durante o evento, organizadas em modo sequencial utilizando-se das letras A-I do alfabeto:


A – Conscientização (Awareness) – organizações e indivíduos devem estar fortemente conscientes da importância da Segurança Cibernética para projetos como padrão de fazer negócios;


B – Backup – devemos fazer backup de nossos arquivos, mas também de nossos sistemas;


C- Comunidade – nossas comunidades são grandes recursos para informação e conhecimento, incluindo encontrar mentores fora de nossas organizações para fornecer novas perspectivas e desafiar nosso pensamento;


D – Defender – devemos nos defender e as organizações contra ataques cibernéticos. Use o método Zero Trust **;


E – Educação e todos – devemos aumentar continuamente nosso conhecimento que pode incluir a obtenção de certificações, e reconhecer que todos fazem parte do nosso sistema de ciber-segurança e, de certa forma, todos os projetos de segurança cibernética;


F – Financeiro (Risco) – nosso projetos devem incluir contingência para risco financeiro para nossos projetos e o dinheiro precisará ser apropriado para lidar com isso;


G – Diretrizes (Guidelines) – as diretrizes devem ser estabelecidas pela organização que aborda a segurança cibernética (SOPs, autenticação multifatorial***, etc);


H – Híbrido – A maioria de nós, senão todos, trabalha em um ambiente híbrido e usamos uma combinação de nossos celulares, computadores de trabalho, trabalhando do escritório e de qualquer lugar e deve haver planejamento/contingência para abordar o ambiente de trabalho híbrido


I – Inovação – devemos pensar fora da caixa e estar abertos a mudar e melhorar nossas formas de trabalhar e ter contingência para lidar com o dia zero hack”.


Fontes:

PMI* ChapterXchange MUMBAI

Greg Dubois, PMP CQM – General Manager at Talarith Research and

Restoration Services, LLC

Reynaldo Pereira - DMS Partners Management Solutions

* PMI – Project Management Institute


Notas do postante (Reynaldo Pereira):


** O que é o modelo Zero Trust?


O analista John Kindervag, da Forrester Research em 2010, propôs a solução

chamada Zero Trust.


Foi uma mudança na estratégia de “confiar, mas verificar” para “nunca

confiar, sempre verificar”.


O modelo se baseia em cinco princípios básicos:


  • Todos os usuários são sempre considerados hostis;

  • Existem ameaças externas e internas a todo momento;

  • A localidade da rede não é suficiente para decidir a confiabilidade de uma rede;

  • Cada dispositivo, usuário e fluxo de rede é autenticado e autorizado;

  • As políticas devem ser dinâmicas e calculadas a partir de tantas fontes de dados quanto possível.


*** Processo de autenticação multifatorial.

O processo exige, pelo menos, dois dos três métodos de autenticação. São

eles:


Algo que você sabe

Verificação de informações do usuário (senhas, PIN e respostas a perguntas secretas)

Algo que você tem

Verificação de um item específico que um usuário tem em sua posse (smartcard, token de segurança)

Algo que você é

Verificação de características individuais (impressão digital, reconhecimento facial, voz, leitura de íris etc).


Fonte: Paulo Magalhães – Analista de Segurança da Informação Sênior

(idblog)

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